O Governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (27) o plano para reabertura de setores econômicos a partir de 1º de junho. As cidades foram classificadas por cores, que vão desde o vermelho (atual fase 1 de quarentena, com nível máximo de restrição) até o azul (fase 5, que permite a liberação de todas as atividades, com adoção de protocolos sanitários). Grande parte do estado está na zona laranja (fase 2).

Na zona laranja podem abrir com restrições atividades imobiliárias, concessionárias, escritórios, comércio e shoppings centers, além da indústria não essencial e da construção civil. As regiões de Campinas, São José dos Campos, Sorocaba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Marília e Araçatuba estarão nessa classificação a partir de 1º de junho. Na Grande SP, apenas a capital se enquadra na zona laranja. Todos os outros municípios, como os do ABC permanecem na zona vermelha.

Além dessas cidades da região da capital, também estão na zona vermelha as cidades da Baixada Santista e da região de Registro. Portanto nada muda nesses lugares, permanecendo a quarentena mais rígida.

Na fase amarela, onde já estarão a partir do dia 1º cidades das regiões de Bauru, Presidente Prudente, São João da Boa Vista e Barretos, está permitida a reabertura total de serviços imobiliários, escritórios e concessionárias, também segundo protocolos sanitários. Comércio de rua, shoppings e salões de beleza, além de bares, restaurantes e similares poderão funcionar com restrições de horário e fluxo de clientes.

Nenhuma das 17 regiões está na zona azul, que prevê a liberação de todas as atividades econômicas. A zona verde, segunda mais ampla na escala, também não foi alcançada até o momento e permanece como meta de curto prazo para cada região.

As regiões que chegarem à fase verde poderão atenuar as restrições ao funcionamento de todos os setores da fase amarela. Academias de ginástica e centros de prática esportiva também voltarão a receber frequentadores, desde que respeitados limites de redução de atendimento e as regras sanitárias definidas para o setor.

A retomada de aulas presenciais no setor de educação e o retorno da capacidade total das frotas de transportes seguem sem previsão em todas as regiões.

As fases são determinadas pelo acompanhamento semanal da média da taxa de ocupação de leitos de UTI exclusivas para pacientes contaminados pelo coronavírus e o número de novas internações no mesmo período. Uma região só poderá passar a uma reclassificação de etapa – com restrição menor ou maior – após 14 dias do faseamento inicial, mantendo os indicadores de saúde estáveis.

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